quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Pseudônimo

Éramos nós, trocando furiosas mordidas, a unha rasgava a carne. Naquela movimentação libidinosa, naqueles beijos com sabor de pecado, naquele suor com cheiro de paixão. Ela trepava como se o mundo fosse acabar no segundo seguinte, buscava furiosamente o prazer, espreitava o gozo, gemia cada vez mais alto. Sem perceber, me chamou pelo nome dele três vezes. Eu ignorei e continuei encenando.

4 comentários:

Nátalin Guvea disse...

Quanta excitação e encenação!
Quando fala a carne.

(Saudade desses seus textos pecaminosos)

Adriana Godoy disse...

Uau, que delírio, que delícia. Beijo.

[ rod ] ® disse...

A pele... qualquer bom ato leva o pudor, bem, pelo menos salva-se o libidinoso ereto.

Abs meu caro,







Novo dogMa:
irrevogÁvel...


dogMas...
dos atos, fatos e mitos...

http://do-gmas.blogspot.com/

Daniel Donson disse...

Nossa, isso lembra Augusto dos Anjos.. gosh! mto legal, parabéns pelo blog. Voltarei mais vezes.